Olhinho puxado, chinesinho de uns quatro anos. Um tico de altura em toda sapequice da idade. Loja lo-ta-da de doces. Chocolates, balas, pirulitos. No meio de tantos atrativos, o olhar do rapazinho alcança um dos mais simples.
“Moço, me dá um pé de chulé!”
“Não, é pé de moleque, garoto!’
“Ah! Hihi. Pensei que fosse pé de chulé!”
Fofo.
