Bobinha que sou, algumas vezes tenho medo de expressar minha felicidade quando alguém próximo não está muito bem. Assim, em um gesto mezzo altruísta, mezzo egoísta. A tendência nesses momentos é eu fingir que nada de extraordinário está se passando e que a rotina segue o curso natural de sempre. Desculpa, mãe, desculpa, pai, desculpa, amigos do cursinho, desculpa todo mundo que não anda lá essas maravilhas. A verdade é que a única coisa que consigo pensar é “meu Deus, como me sinto infinitamente melhor agora”. Tem alguma alegriazinha se pronunciando aqui dentro, daquelas raridades que dá até frio na barriga de imaginar o tamanhão que pode vir a ser.
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Pois fico muito, muito feliz por vc, my sister!!!!
=)
E espero q venha a ser enooorme essa alegriazinha que está brotando!
Menina, sou assim também! Fico bem quietinha no meu canto, e nem sempre o objetivo de não alardear minha felicidade é uma atitude altruísta… rsrs.
Adoro seu blog!
Que bom!
às vezes, da gente ver os outros felizes, a gente fica um pouquinho melhor tb.
Então, querida, não se reprima!!!
Nem sei o que é, mas tenho quase certeza de que você pode substituir “o que pode vir a ser” por “o que será”, porque só merece o melhor.
Não estou lá essas coisas, mas é muito bom saber de você feliz e desejar que a felicidade aumente.
Um beijo!
‘Não se reprima, baby!’
Depois conversamos no msn direitinho, querida.
beijo, beijo