Dois meses (e um pouco antes)

Estação Vergueiro. El fuca vermejo!, comidinha vegetariana, meia-entrada é 2 reais, “guarda uma fila como ninguém”. Estação Liberdade. Ano-novo chinês, chupa essa Melona!, tempurá, 2008 é ano do rato, FUCK! I love you!, piriripompom-piriripompom, “ainda quero uma lanterna japonesa pra pendurar assim bem bonito”. Estação Tietê. Vestidinho branco, sandália de dedo no pé, All Star, Parque Trianon,  garoa fina, MASP, sala de projeção, seu olhar no meu olhar, milk shake de banana (banana?), odeio o Espaço Unibanco. Alguns quilômetros. “Alegre mas com lágrimas nos olhos”, praças e mais praças, sorvete, coreto, “o que eu entendo por ser meu é tudo que eu posso te dar”, lagoa, conjuntivite. Estação Ana Rosa. Estação Ana Rosa. Estação Ana Rosa. Arte independente, swing, tequilas, mojitos, tacos e burritos, Augusta, dois #1, Ferrero Rocher, show de mágica, boteco, boteco, boteco. Estação Carandiru. GTs, a bandeira de Gaia era legal, “afe, Vila Olímpia!”, pagodão, pé na grama, final de tarde, um vento de outono, minha boca na dele, felicidade no peito fazendo cosquinha ao som da respiração dos dois, o ar está suspenso. Estação Armênia. Estação Alto do Ipiranga. Estação Barra Funda. Estação Vila Madalena. Paraíso.

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