Aprendendo a me despedir

Quando entrei pela primeira vez no Museu de Anatomia da USP, tive uma certeza: mas nem morta que eu estudaria Medicina. Passados quase seis anos, tenho mais uma certeza: antes ser médica de gente mesmo do que médica veterinária. Porque não tem coisa pior do que ver um animal sofrendo, a respiração cessando e ele lá, caladinho, sem fazer nada a não ser carregar um olhar triste.

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