Aprendendo a me despedir

Quando entrei pela primeira vez no Museu de Anatomia da USP, tive uma certeza: mas nem morta que eu estudaria Medicina. Passados quase seis anos, tenho mais uma certeza: antes ser médica de gente mesmo do que médica veterinária. Porque não tem coisa pior do que ver um animal sofrendo, a respiração cessando e ele lá, caladinho, sem fazer nada a não ser carregar um olhar triste.

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3 pensamentos sobre “Aprendendo a me despedir

  1. Ai… Glup! Me dá um aperto no coração cada vez que vejo um bichinho sofrendo e transparecendo o sofrimento no olhar… Tenho uma gata sapeca, novinha ainda, mas sempre que vejo seus olhinhos fico imaginando se um dia vou conseguir suportar vê-la sofrendo, caso um dia ela sofra mesmo…

    Enfim… ces’t la vie. É triste, mas é a vida…

  2. Eu já li esse teu post várias vezes, Marília. Daí quando eu abro essa caixinha de comentários, as lágrimas caem e eu não consigo comentar.
    Só quem já teve bichinhos e os viu sofrer é que sabe como dói. Dói muito ver o rabinho, sempre tão alegre, não abanar mais. E no lugar da alegria só aquele olhar perdido…

    Um beijo pra tu, Marília

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