Corretivos

“Sinto saudades…”, escrevi na redação do comecinho da faculdade de Jornalismo. Bobinha.

O professor, como representante da norma culta do bom português do Brasil, corrigiu:

“Sinto saudades…” “Sinto saudade…”.

Naquela época, aceitei como verdade que a palavra não ia para o plural. A vida ensinou o contrário: bastam dois pra saudade ser mais de uma, infinitas saudades até.