Biblioteca é passeio (e dos bons)

Gostoso mesmo é pegar livro emprestado na biblioteca.

Procurar por 1 em 20 mil exemplares. Vasculhar lombadas coloridas e capas remendadas. Lá no fundo da estante, no cantinho mais encondido, encontrar o dito cujo.

Sentir a textura das páginas já amassadas pelo manuseio, o cheiro de papel guardado, jogado na mochila, lido no metrô, passado de mão em mão.

Caso a edição seja antiga, notar as diferenças na tipografia de um tempo em que era tudo, digamos, mais artesanal. Letras voadoras no meio das palavras, parágrafos que deixam escapar uma sílaba ou outra.

Com muita sorte, ter a oportunidade de ler as anotações de outras pessoas.

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