Nem é com m

“Marilinha, Marilinha”, dizia minha avó quando eu tinha dez anos.

Agora, que tenho 24, ela me confunde quase sempre com a irmã dela, cujo nome nem começa com m nem nada.

Vez ou outra, porém, chama, em algum lapso de lucidez – e não de Alzheimer, como melhor deveria ser -, “Marilinha, Marilinha”.

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