Filosofia barata

Eu conversando com um amigo por MSN. De repente, eu solto uma frase que uma amiga classificaria como ‘auto-ajuda’.

“A gente se preocupa tanto em ser entendido que acaba se esquecendo de entender os outros.”

Para conselhos, ligue djá!

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Amigos, amigos, negócios à parte

Terceiro ano. Uma amiga e eu fazendo um trabalho de português qualquer, que agora não me recordo. Como sempre, havíamos deixado para a última hora.

“Então, Camila, a gente pode dizer também que o texto é coeso…”

“Coeso?! Como se escreve isso?”

Algumas coisas a gente não pode deixar passar. É aquela história ‘perca o amigo, mas não perca a piada’.

“Ah, eu dito pra você… escreve aí: letra k.”

“K? Você tem certeza?”

E, segurando para não rir, afirmei.

“Letra o…”

“Hum…”

“E.”

“Que mais?”

“Z e u…”

“Nossa, que estranho… koezu… nunca vi essa palavra antes!”

“É”,” eu respondi, “é de origem africana.”

Ela acreditou.

O Ministério da Saúde adverte

Hoje, eu voltando para casa e lendo Cem anos de solidão. De repente, algo me chama a atenção. É um aviso sobre como comportar-se dentro do ônibus.

Dizia algo parecido com isso:

“É proibido aos passageiros fumar charuto, cachimbo ou cigarro de palha, bem como utilizar aparelho sonoro.”

Interessante, muito interessante. Só fico pensando onde foi parar o tradicional cigarro, aquele da nicotina e do tabaco.

De como eu fiquei inspirada novamente

Não acredito em Astrologia, definitivamente não. Mas, com a proximidade do meu aniversário, estou inclinada a acreditar que meu inferno-astral está colocando suas manguinhas de fora. Há tempos não tinha uma semana tão ruim. Não, não… nenhuma ligação com os ataques do PCC, embora eu tenha que admitir que isso afetou, e em muito, a minha percepção das coisas que me cercam. A questão é: a semana foi péssima. Péssima por vários motivos.

I) estava triste e não sabia o porquê;

II) quando isso acontece, me sinto a pessoa mais ingrata do mundo;

III) acordei quase que todos os dias com um mau humor infernal e não queria ser grossa com as pessoas;

IV) acho que fui grossa e isso me deixou mais triste ainda.

Quando eu acordo com essas crises de identidade, geralmente eu leio, ouço música ou escrevo. Geralmente escrevo: palavras entaladas na garganta esperando para serem lançadas para fora. Ultimamente, não tenho escrito muito. Mas, ao ler o blog de um amigo (não, não vou contar de quem!), senti vontade de escrever. E, na falta do que escrever, resolvi falar de mim. Um tópico que geralmente eu evito e que me deixa muito confusa, eu admito… Mas fazer o quê? Com isso, pretendo retomar meu blog, algumas vezes falando sobre mim outras sobre coisas mais interessantes. Ou não.